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15 livros

História1Estratégia e conduta1Religião e teologia5Literatura8

História da Guerra do Peloponeso Thucydides 400
a.C.
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História História da Guerra do Peloponeso Thucydides 400 a.C.UL História da Guerra do PeloponesoThucydides · 400 a.C.A causa verdadeira da guerra foi a que menos se declarava: o crescimento do poder de Atenas e o alarme que inspirou na Lacedemônia. O que Atenas tinha era, para falar sem rodeios, uma tirania: tomá-la talvez tenha sido injusto, largá-la é perigoso, e retém-se pelos três mais fortes motivos — medo, honra e interesse. Entre desiguais não há direito: os fortes fazem o que podem, e os fracos sofrem o que devem. A guerra, tirando a fartura cotidiana, é mestre violento que nivela o caráter dos homens com sua fortuna, e até as palavras mudam de sentido. Atenas caiu por discórdias internas, não por fa…Clique para abrir a ficha
A Arte da Guerra S. Tzu 500
a.C.
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Estratégia e conduta A Arte da Guerra Sun Tzu 500 a.C.UL A Arte da GuerraSun Tzu · 500 a.C.A arte da guerra é de importância vital para o Estado: questão de vida e morte, estrada que leva ou à salvação ou à ruína. Lutar e vencer em todas as batalhas não é a excelência suprema; a excelência suprema consiste em quebrar a resistência do inimigo sem lutar. Toda guerra se baseia no engano: quando capaz de atacar, pareça incapaz; ataque onde ele está despreparado, apareça onde não é esperado. Que seu grande objetivo seja a vitória, não as campanhas longas. Ponha-se primeiro além da possibilidade de derrota, e só então espere a oportunidade de derrotar o inimigo. Se conheces o inimigo e a …Clique para abrir a ficha
Psychopannychia J. Calvin 1534 UL Religião e teologia Psychopannychia John Calvin 1534UL PsychopannychiaJohn Calvin · 1534A alma do homem é substância, e não um poder vital que perece com o corpo: nada pode trazer a imagem de Deus senão o espírito, visto que Deus é Espírito. Depois da morte ela verdadeiramente vive, dotada de sentido e de entendimento — quem admite que ela vive e todavia a priva de todo sentido finge uma alma que não tem nenhuma das propriedades da alma. Ao que os adversários chamam sono damos o nome de repouso: a tranquilidade de consciência que acompanha a fé e só se consuma no dia do Juízo. Um sono que não se pode provar pela clara palavra de Deus é ficção ímpia.Clique para abrir a ficha A Rara Joia do Contentamento Cristão J. Burroughs 1648 UL Religião e teologia A Rara Joia do Contentamento Cristão Jeremiah Burroughs 1648UL A rara joia do contentamento cristãoJeremiah Burroughs · 1648Aprendi a contentar-me com o que tenho, seja qual for a minha condição — aprendi: o contentamento é grande arte e mistério, que se aprende como mistério, e não temperamento feliz. É aquela doce, interior, quieta e graciosa disposição do espírito, que livremente se submete ao sábio e paternal dispor de Deus em toda condição, e nele se compraz. Chega-se a ele não por adição à condição, mas por subtração dos desejos. Pouco do mundo contenta um cristão para a sua passagem; todo o mundo não o contenta para a sua porção. E o mal da ferida não está no muito sangue, mas na inflamação: a murmuração é o…Clique para abrir a ficha A Existência e os Atributos de Deus S. Charnock 1682 UL Religião e teologia A Existência e os Atributos de Deus Stephen Charnock 1682UL A existência e os atributos de DeusStephen Charnock · 1682É tão fácil entender pela razão *que ele é*, quanto difícil saber *o que ele é*. Poucos o negam com a língua, mas há algo de ateísmo secreto em todos, e todo pecado se funda nele: aquele afeto que move um homem a quebrar a lei de Deus o moveria a aniquilar-lhe o ser, se estivesse em seu poder. Tudo se reduz a duas cabeças — o homem quer erguer-se como sua própria regra e como seu próprio fim. Contra isso, os atributos: não é primeiro Deus e depois bom, mas é bom como é Deus; e assim como nunca obra até ao extremo do seu poder, nunca exerce o extremo da sua soberania.Clique para abrir a ficha Sphere Sovereignty A. Kuyper 1880 UL Religião e teologia Sphere Sovereignty Abraham Kuyper 1880UL Sphere SovereigntyAbraham Kuyper · 1880Soberania original e absoluta não repousa em criatura alguma: coincide com a Majestade de Deus, e à terra só chega delegada. Ou indivisa a um só homem — e então o Estado encarnado em César torna-se ele mesmo Deus — ou repartida em esferas, cada uma com sua própria lei de vida e sua própria cabeça, sobre as quais o Estado se ergue sem vigorar dentro de nenhuma. Também a ciência é soberana na própria esfera, livre da tutela da Igreja e do Estado; e neutra não pode ser, porque todo conhecimento procede de alguma fé. Não há um único centímetro quadrado sobre o qual o Cristo não clame: "Meu!"Clique para abrir a ficha Dogmática Reformada, Vol. 1: Prolegômenos H. Bavinck 1895 UL Religião e teologia Dogmática Reformada, Vol. 1: Prolegômenos Herman Bavinck 1895UL Dogmática Reformada, Vol. 1: ProlegômenosHerman Bavinck · 1895Dogma é o que repousa unicamente no testemunho de Deus: *Dominus dixit*. A dogmática é o sistema científico do conhecimento de Deus revelado em sua Palavra à igreja, e nela tudo se considera *sub ratione Dei*. Três *principia* a sustentam: Deus, o *principium essendi*, pois nenhum conhecimento de Deus há senão de Deus e por Deus; a Escritura, *principium cognoscendi externum*, continuação da encarnação do Verbo e digna de fé por si mesma; e o Espírito Santo, *principium internum*, cujo testemunho é a pedra angular da confissão cristã. Prova alguma funda a fé: a eternidade não pode pender de um…Clique para abrir a ficha Poética Aristóteles 335
a.C.
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Literatura Poética Aristóteles 335 a.C.UL PoéticaAristóteles · 335 a.C.A tragédia é imitação de uma ação séria, completa e dotada de magnitude, que, por meio da piedade e do temor, realiza a purgação própria dessas emoções. O mais importante de tudo é a organização dos incidentes: ela imita não homens, mas uma ação e uma vida, e o enredo é o primeiro princípio, a alma da tragédia; o caráter entra como subsidiário. Não é função do poeta relatar o que aconteceu, mas o que pode acontecer segundo a probabilidade ou a necessidade — por isso a poesia é mais filosófica e mais elevada que a história. E a tragédia, tendo todos os elementos da epopeia e atingindo seu fim e…Clique para abrir a ficha
Os Persas Ésquilo 472
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Literatura Os Persas Ésquilo 472 a.C.UL Os PersasÉsquilo · 472 a.C.Nós levamos o nome de Fiéis, e Xerxes, filho de Dario, deixou-nos por vigias de Susa quando toda a força da Ásia partiu para a Hélade; ele lançou o seu caminho, feito de muitos navios, como jugo sobre o pescoço do vasto oceano. E acerca do regresso do nosso rei o coração dentro de nós estremece, agourando o mal, pois nenhum correio vem, nem cavaleiro nenhum. A rainha sonhou com um jugo partido, com o filho caído por terra e rasgando as vestes. Que não venha a nossa terra saber que a fortaleza de Susa está vazia de homens! Vence o arco dos archeiros, ou a lança daqueles que de homem nenhum se c…Clique para abrir a ficha
Os Sete Contra Tebas Ésquilo 467
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Literatura Os Sete Contra Tebas Ésquilo 467 a.C.UL Os Sete contra TebasÉsquilo · 467 a.C.Em terror selvagem soltamos gritos de desgraça: os argivos cercam a cidade de Cadmo, e sete chefes, que sobre o sangue do touro juraram calcar aos pés a torre de Cadmo, estão de pé às sete altas portas, lançadas já as sortes. O filho de Édipo mandou-nos calar — o que é de fora cabe ao homem, que a mulher não dê conselho — e posta seis guerreiros, sendo ele mesmo o sétimo. Mas à sétima porta está o seu próprio irmão, com a Justiça em ouro no escudo, e ele diz: irmão contra irmão, rei contra rei, assim estarei. Não trilhes o caminho que leva à sétima porta! A morte de dois irmãos, um pelo outro,…Clique para abrir a ficha
As Suplicantes Ésquilo 463
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Literatura As Suplicantes Ésquilo 463 a.C.UL As SuplicantesÉsquilo · 463 a.C.Partimos das bocas do Nilo por livre escolha, com horror ao himeneu, fugindo das núpcias ímpias com os filhos de Egito, e viemos a Argos com os ramos de suplicante na mão: somos a prole da novilha que o moscardo aguilhoava, ao toque de Zeus, e melhores que torres são os altares. O rei desta terra treme ao ver os nossos assentos ensombrados: entregar-nos é mácula insuperável, defender-nos é manchar a terra com sangue de homens por causa de mulheres, e ele não pode empenhar a sua promessa antes de deliberar com os seus cidadãos. Ouve, então, o último de todos os nossos apelos à piedade: temos ci…Clique para abrir a ficha
Prometeu Acorrentado Ésquilo 460
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Literatura Prometeu Acorrentado Ésquilo 460 a.C.UL Prometeu AcorrentadoÉsquilo · 460 a.C.Novos pilotos governam o Olimpo, e com leis recém-forjadas reina Zeus, pisando o direito e varrendo todos os poderes antigos. Vimos Hefesto pregar à rocha da Cítia um deus do seu próprio sangue, por ter roubado num talo de funcho o fogo, mestre de todas as artes, e o ter dado aos mortais, cuja raça Zeus queria destruir para plantar outra. Falsamente lhe deram os deuses o nome de Previdente, disse a Força, pois de previdência é que ele agora precisa. Mas ele sabe qual leito de núpcias há de lançar Zeus do trono, e jura não o dizer antes de solto das cadeias — e já se aproxima o mensageiro dos d…Clique para abrir a ficha
Agamêmnon Ésquilo 458
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Literatura Agamêmnon Ésquilo 458 a.C.UL AgamêmnonÉsquilo · 458 a.C.Passa o décimo ano desde que os Atridas ergueram desta terra mil navios, e em Áulide o velho rei atrelou-se ao jugo do Destino e imolou a própria filha para abrandar os ventos: Zeus fixou por lei que a dor é ganho. Nesta noite o fogo saltou de monte em monte, e Troia caiu — mas ele derrubou os altares dos deuses, e a maldição dos que pereceram fica vigilante, ainda que nenhum mal caia depressa. Eis que ele volta no seu carro, com uma profetisa cativa atrás; e a esposa que dez anos o esperou manda cobrir de púrpura o caminho da porta, para que a Justiça o leve à casa que ele não esperava rever.Clique para abrir a ficha
As Coéforas Ésquilo 458
a.C.
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Literatura As Coéforas Ésquilo 458 a.C.UL As CoéforasÉsquilo · 458 a.C.Enviada da casa venho, com pancadas das mãos na dor, derramar libações no túmulo do senhor morto no banho — que resgate se achou jamais para o sangue uma vez derramado no chão? Um sonho aterrou nossa senhora: pensou que dava à luz uma serpente e lhe deu o peito, e com o leite ela sugou coágulos de sangue. Sobre o túmulo havia uma mecha de cabelo igual à da filha do rei: o exilado voltou, e Lóxias mandou-o matar do mesmo modo os assassinos de seu pai, sob pena de chagas, loucura e Erínias. Que os que mataram por dolo morram por dolo, apanhados no mesmo laço. Tal é o combate que ele trava agora …Clique para abrir a ficha
Eumênides Ésquilo 458
a.C.
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Literatura Eumênides Ésquilo 458 a.C.UL EumênidesÉsquilo · 458 a.C.Expulsamos de casa os que matam suas mães, e este cortou a garganta da sua. Das redes ele escorregou; rastreamos pelo sangue vermelho, sobre a terra e sobre o mar, até achá-lo abraçado à estátua de Palas. Nem Apolo nem o poder de Atena podem salvar-te de pereceres: ouvirás o nosso hino, que é feitiço para te atar. Mas a deusa não quis julgar sozinha uma causa de sangue: sentou na colina de Ares homens ligados por juramento, lei para sempre — e agora Apolo advoga por ele, e nós disparamos todas as nossas armas. Se a vitória repousar sobre o direito torto deste matricida, soltaremos todo crime. …Clique para abrir a ficha
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